segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Sentido proibido

Que sentido faz darmos mais importância a que gostem de nós que a gostarmos de nós próprios?! Não bastaria que nos sentíssemos solidamente tranquilos com as decisões que tomamos e para as quais pensámos até encontrar a certeza? Em vez de clarificarmos a certeza e o futuro que vislumbrámos definitivamente, porque teimamos em colocá-lo em causa apenas porque nesse futuro não estarão tão presentes os que nos amaram, ou amam, conforme as circunstâncias? Estará em nós a solução ou esta encontra-se camuflada na forma displicente com que nos ignoram aqueles em quem agora depositávamos as nossas esperanças e ansiedades, se as haviam, claro está? Mesmo que tal não lhes exigissemos mas que, de alguma forma, esperassemos destes? E isso é justo? Anteciparmos o que quer que seja sem que para isso tenham sido dados sinais objectivos e concretos sobre...o que quer que seja? A única exclamação que me apetece clarificar no meio de tantas interrogações circunstanciais, é... foda-se para isto tudo!
Pouco claro e de difícil compreensão, certo? Muitas dúvidas nebulosas para as quais não se arrisca conselho, certo? É verdade... também acho.

Sem comentários: