Diz-se que tens um rio que te lava as formas
E que serve de cenário aos teus dramas e paixões
Que corre rumo ao mar frio que vês ao longe
E que nele se funde em vagas e mil turbilhões
Marcas o teu passo se um dia de Verão te aquece
Corres com a chuva que entope sarjetas e vielas
Deixas que o teu humor oriente as nossas vidas
E partilhas os segredos que escondemos nelas
És parte de mim sendo parte de todos
Os que te pisam sem te querer magoar
Que se perdem nas entranhas da tua idade
Mas que juram nunca te querer deixar
Cidade encanto, és tu Lisboa
Ninho do incerto, dum pássaro que voa.
segunda-feira, julho 21, 2008
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