quinta-feira, julho 17, 2008

In passion veritas

Tentei disfarçar
Para que ninguém notasse
Olhei o teu corpo à pressa
antes de ter que voltar.
Não resisti a tentar
Tocar-te de passagem
Mas alguém te levou
e não te quis partilhar.
É vontade que tenho
É com arte e engenho
Que tenho de ter-te assim
Isolada, só para mim.

Tive o choque e a visão
Desta vez em noite fria
Quiseste respirar fundo
Dar a alma em confissão.
Fumavas e falavas
Inconsolável e triste
Perguntavas porquê
E a resposta davas.
Senti vontade de te ter
Naquele momento
Tive-te só para mim
E não tive de o esconder
É vontade que tenho
É com arte e engenho
Que tenho de ter-te assim
Isolada, só para mim.

Dá-te a mim
Vê-me primeiro
Concede-me um segundo
Eu dou-te um mundo inteiro

É vontade que tenho
É com arte e engenho
Que tenho de ter-te assim
Isolada, só para mim.
Como sabes que te quero
Sem princípio, meio ou fim
Isolada, só para mim.

Written by Mário Batista
17/07/08
(dedicada ao meu amigo Ricardo e à celebração das paixões)

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