Não preciso gastar mais palavras para te dizer
Para o que quer que não saibas dou-te as dicas
E empresto-te a alma nos olhos
A prova no fundo do ser
No cliché dos sentidos percebes algo mais
Já não ouço ou vejo o que queres mostrar
Nem sinto ou cheiro o perfume da pele
De vivo a momentos artificiais
E sabes o quanto preciso
O quanto me fazes respirar
Sentir-me vivo de novo
Dá-me o que tens para dar
Só mais uma vez
Só existe um caminho de ida e nenhum de volta
A proposta é andar em conjunto e devagar
Dou-te a força para que te movas
Empresto-te a estrada que deves pisar
E sabes o quanto preciso
O quanto me fazes respirar
Sentir-me vivo de novo
Dá-me o que tens para dar
Quero-te de volta ao espaço a que pertenço
O suor da breve agonia do nosso momento
Largar-me dentro de ti até que o frio me consuma
Hibernar no teu peito até que o sol nasça outra vez
Só mais uma vez
25/09/07
(Written by Mário Batista
07/03/22)
terça-feira, setembro 25, 2007
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