Chamas-me e soa-me um alarme
Inicias-me no dia que já sei
Sem pompa ou charme
Olho e demoro-me sem querer
O que amámos dorme ainda
Ausente de tudo sem saber
No vai-e-vem soas-me estranha
Ausente de mim mas perto de alguém
Talvez de ninguém
Mas longe de mais
Histórias reais
Na paragem largamos carga
No aceno um sorriso
Despedida mais amarga
Menos peso nestes ombros
Arrepiamos caminho
Evitando os escombros
E agora somos nós
Destruídos e mudos
Lado a lado mas sós
O silêncio já não corta
A imagem do rio
É natureza morta
No vai-e-vem soas-me estranha
Ausente de mim mas perto de alguém
Talvez de ninguém
Mas longe de mais
Histórias reais
Histórias reais
Relatos de gente
Simples e banais
25/09/07
(Written by Mário Batista
07/03/22)
terça-feira, setembro 25, 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário